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Quinta, 10 Maio 2012 09:05 |
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Na sequência do Pedido de insolvência da Empresa CILVET e das iniciativas pública da Direcção da Organização Regional e das Concelhias de Castelo Branco e Belmonte, o Grupo parlamentar do PCP na Assembleia da República, através da deputada Paula Santos, questionou o Governo, através do Ministério da Economia e do Emprego sobre este processo, cujo o teor é o seguinte:
Ex. ma Sr.ª Presidente da Assembleia da República
A empresa Cilvet tem duas unidades fabris no setor têxtil, uma em Castelo Branco com 170 trabalhadores e outra em Belmonte com 34 trabalhadores. No passado dia 16 de Abril, quando os cerca de 200 trabalhadores regressaram de alguns dias de férias, foram confrontados com a empresa encerrada e sem o pagamento do salário do mês de Março em atraso. Nesta data foi conhecido que a empresa se tinha apresentado à insolvência e que a mesma tinha sido despachada pelo Juiz.
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Sexta, 27 Abril 2012 08:07 |
 Domingos Abrantes, membro do Comité Central do PCP, realizou no dia 26 de Abril, na Escola Secundária Frei Heitor Pinto e no Agrupamento de Escolas Entre Ribeiras do Paúl, sessões sobre o 25 de Abril e a resistência á ditadura Fascista.
Domingos Abrantes, evocou a luta dos comunistas durante os 48 anos da ditadura fascista, a importância desta luta na Revolução de Abril e a consolidação do regime democrático, que está sériamente ameaçado pelas políticas contra-revolucionárias de direita, que os Governos do PS/PSD e CDS tem prosseguido ao longo destes anos. Para Domingos Abrantes é preciso defender Abril e os seus valores, para um País mais justo e desenvolvido.
Domingos Abrantes, nasceu em Vila Franca de Xira em 1936.
Foi Operário.
Aos 12 anos começou a trabalhar na Fábrica da Manutenção Militar como aprendiz de tabueiro, tendo aí trabalhado durante 6 anos. Em 1954, já com 18 anos trabalhou durante alguns meses como desenhador na Fábrica Militar de Braço de Prata, que abandonou para fugir à repressão policial. Passou então a funcionário do Movimento de Unidade Democrática-Juvenil (MUD-Juvenil) ao qual pertencia desde 1953.
De 1955 a 1958 pertenceu à Comissão Central do MUD-Juvenil.
É membro do Partido Comunista Português desde 1954 e do seu Comité Central desde 1963. Durante vários anos integrou o Secretariado e a Comissão Política do Comité Central.
Foi durante vários anos responsável pela organização clandestina do PCP, em vários pontos do país e em particular na Margem Sul do Tejo. Foi responsável por tipografias clandestinas do «Avante!».
Foi preso duas vezes pela PIDE. Primeiro em 1959 e depois novamente em 21 de Abril de 1965, conjuntamente com a sua mulher, Conceição Matos, no Montijo, quando a casa clandestina em que viviam, foi assaltada pela PIDE, tendo estado preso nas cadeias fascistas do Aljube, Caxias e Peniche.
Evadiu-se do Forte de Caxias em Dezembro de 1961, com mais sete camaradas seus, na célebre fuga no carro blindado de Salazar.
Passou 11 anos nas cadeias fascistas. Viveu 9 anos na clandestinidade, situação em que se encontrava no dia 25 de Abril de 1974.
Foi Deputado à Assembleia da República de 1976 a 1992. |
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Segunda, 23 Abril 2012 15:22 |
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A DORCB do PCP reuniu no passado dia 21 de Abril, nas vésperas das comemorações de mais um aniversário do 25 de Abril, dia da Liberdade, e do 1º de Maio, dia do trabalhador. As comemorações assumem maior importância num momento em que é desferida uma brutal ofensiva contra as conquistas de Abril. O Pacto de Agressão subscrito pelo PS, PSD e CDS com o FMI, UE e BCE que se traduz na retirada de direitos fundamentais como salários e pensões dignas aos trabalhadores e, ao povo. A DORCB do PCP apela à população do distrito que transforme estes dias em momentos de luta contra o encerramento de empresas como o caso da Cilvet, combatendo os problemas económicos e sociais que acrescem aos já existentes, que se mobilizem para dizer não ao encerramento de serviços judiciais, de saúde e escolares. Que as populações façam destes dias um momento de defesa do poder autárquico hoje existente, não aceitando o encerramento de freguesias. A DORCB do PCP não aceita que se continue com as políticas de destruição dos direitos do povo e dos trabalhadores do nosso distrito, pois estas políticas vão levar ao cada vez mais notável abandono do interior do país.
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Quinta, 19 Abril 2012 08:44 |
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ABRIL DE NOVO COM A FORÇA DO POVO - REJEITAR O PACTO DE AGRESSÃO
É o mote para a festa comemorativa do 25 de Abril, que a comissão de freguesia do Tortosendo do PCP realiza nesse dia, a partir das 15:00h, nas instalações da escola do 1º e 2º ciclos daquela vila do concelho da Covilhã.
Música ao vivo com o grupo “Balão Mágico” e arraial com “Tó Duarte”, Espaço Criança – atelier de pinturas, Desporto – futebol, basquetebol e jogos tradicionais são algumas das actividades previstas. |
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Segunda, 02 Abril 2012 14:49 |
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O PCP apresentou na Assembleia do República o
Projeto de Resolução n.º /XII/1.ª Pela modernização e reabertura do troço Covilhã-Guarda e prestação de um serviço público de transporte ferroviário de qualidade na Linha da Beira Baixa
Ao longo de décadas, o desenvolvimento da refe ferroviária em Portugal potenciou amplamente a ligação entre regiões, entre localidades e a mobilidade das populações. A ligação da região da beira interior a outras regiões do país remonta ao final do Século XIX. Em 1891 ficou concluída a ligação até à Covilhã e a 11 de Maio de 1893, concluiu-se a totalidade da linha da beira baixa, até à Guarda. Com uma extensão de 239,4 Km, a linha da beira baixa tem conexão com a linha da beira alta e a linha do norte. Possibilitou a aproximação das populações e avanços ao nível do desenvolvimento do país. Dado o estado geral de degradação em que se encontrava a linha da beira baixa, foram projetadas e executadas, até à Covilhã, obras de modernização e eletrificação, a fim de melhorar o serviço de transporte público ferroviário de passageiros e também para o transporte de mercadorias. Segundo a REFER “o projeto de modernização da linha da beira baixa tem como objetivos fundamentais a redução dos tempos de percurso e dos custos de exploração e de manutenção, a melhoria das acessibilidades às estações e o aumento da segurança ferroviária, permitindo, simultaneamente, constituir este eixo como um itinerário alternativo à Linha da Beira Alta, designadamente, para o tráfego internacional de mercadorias”.
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